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Sempre como dois adolescentes

Adolescentes

Desde que te vi pela primeira vez achei que era para sempre, adolescentes, mas agora der-repente observo que nada é para sempre. Quando eu te vi pela primeira vez, não pensei imediatamente “vou amar este rapaz para todo o sempre”, mas agora que tudo passa e existe cada vez mais gente será que gosto de ti sempre?

Foi o fato de te ouvir, o fato de seres diferente que meia doente fiz-me ao presente. Não perdi tempo contigo e foi ardente .  Os teus movimentos, os teus lábios pareciam uma dança que eu já tinha aprendido antes e me tinha esquecido consequentemente.

Ao fim de alguns dias ou umas horas, tudo em ti me era familiar e era como se já te conhecesse desde sempre. E a apatia deu lugar ao entusiasmo. Lembro -me de ter olhado para as tuas mãos e ter achado que eras um homem mais quente. Aquele que me levava para lugares que só se via com sol poente.

Queria que esses dias não acabassem nunca . Que o sol decidisse tirar férias e as palavras nunca se esgotassem com o cansaço e o sono. Que nada nem ninguém estragasse o meu tesouro. Mas nada é como digo ou ouro, nada é como aquele dia que podias mudar a minha vida e declarar que  apesar de ter tentado não pensar que te podia amar para toda uma vida merecida, e por mais que eu tenha movido montanhas, silenciado tambores e desviado marés… a verdade é que não consigo evitar apaixonar-me por ti para sempre como sempre fomos dois adolescentes.

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Amei-te quando era adolescente amo-te no presente

Meu amor não tenho palavras para descrever o que vivemos desde quando fomos dois adolescentes. Vivemos momentos inseparáveis, momentos que nunca esquecerei e momentos que ainda acreditarei. Adolescentes fomos nós, sem qualquer senso e sem qualquer cumprimento, vivemos sempre o momento com  vontade, na gratidão e tive sempre a ti para me dares sempre a tua aptidão.

Seguimos como uns miúdos que viveram do perdão e não fazíamos a mínima ideia do que era a vida sem qualquer união. Apenas eramos dois jovens que andávamos a descobrir o amor, nem sabíamos realmente o que era a dor, a dor de amor.
Tudo o que mais queríamos era sim, viver a vida no paraíso, sem qualquer preconceito, sem qualquer defeito, e sem qualquer compromisso.

Neste momento, vivemos o presente mais  do que simplesmente, achamos que este querer e desejo é cada vez mais ardente, mas nada é igual ao que era antigamente.
Perduramos por cada instante em cada segundo, cada ano e cada minuto, a lembrar o passado que ficou para trás e a fazer cada vez mais para a nossa relação sempre conservar. Nada é mais bonito que ver os anos a passar!
Mas nem tudo são rosas, nesta vida temos as nossas lutas, as nossas discussões e as nossas angústias. Somos nada mais,
nada menos, que dois vínculos que acreditam que o amor vale a pena durar.

Amo-te no presente e quando era adolescente, amo-te quente e frio, apaixonei-me hoje e sempre por alguém que altamente divergente, mas, que sabe além de ser bastante diferente, amar, beijar e proporcionar algo bastante coerente. É difícil dizer não, para alguém que tanto conhecemos e muito mais difícil é deixar alguém magoado alguém que já tinha sido nada mais que nosso passado.

Se este amor vai durar, eu não sei, só sei que o que interessa realmente é o presente, algo que agora sinto adurente, algo que me dê mais prazer, encante e me alimente.
A verdade, é que o passado já passou, interessa agora é mesmo tudo que é vigente, o amor que é vivido, apetecido e nada mais que aprazido, claro e expressivo.
A verdade, é que eu amei-te quando era adolescente, amo -te no presente.