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A sensação desperta o meu sentimento

Desperta Sentimento

Porque  sentimos o que sentimos e ficamos assim? Sem sentimento

Com um aperto no coração, sem sentimento, como se do nada ele quisesse acontecer e sair pela nossa boca. Desperta sentimento como o texto o diz, faz -me falar, faz-me chorar, e fazer-me uma impressão enorme de algo que quer sair do meu corpo.

Não consigo reprimir essa ligação que há em mim , essa força enorme que vem de dentro e me mata, sem qualquer arrependimento.

Em certos momentos queremos nos livrar deste mesmo sentimento. 

Existe a força, o alento que vai dentro, os neurónios que mexem cá dentro, e mesmo assim não conseguimos imaginar como resolver esta situação.

É sem dúvida uma sensação estranha, é um nó na garganta é um aperto no coração que não nos larga, não nos deixa fazer absolutamente nada, começa a cria dúvidas, factos que muitas vezes não acontecem.

Faz-me pensar que faço tudo errado, que nada dá certo comigo a não ser o que foi  passado, e que realmente eu sou o erro e este só existe em mim.

Isto será um envolvimento, uma razão ou algo da minha imaginação. Vivo esta história de facto, vivo e penso, se tenho o mundo inteiro por dentro  ainda existe uma razão.

Cansei desta vida, estou cansada de tanta mentira, tanta ilusão, mas será este entendimento a sensação que desperta o meu coração?

A verdade é que vivo que nem me aguento, por vezes é um tormento.

Sinto cada vez mais um aperto cá dentro que eu nem sei bem o que explicar!

Algo louco que toma minha própria ilusão.

Cansei de acreditar e só imaginar que um dia algo irá mudar.

Quero seguir cada minuto da minha vida a pensar em mim, quero fazer o meu próprio caminho.

Dizer a todo o mundo que o meu destino nada mais me vai parar.

Diante do caminho, eu sei que encontrarei um equilíbrio até ali um lugar tranquilo e longe de tudo.

A vida não para, mas a certeza é que nunca teremos a verdade se nesta vida não continuaremos a lutar.

A contentar um olhar, a pensar o quanto seria linda aquela história que um dia iremos contar.

Sim  os sentimentos irão despertar um dia o meu olhar.

Palpite esse que só de apurar um dia vai terminar.

 

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Não mudei apenas cresci

Já fui muito ingénua ao ponto de acreditar em tudo que me diziam, já fui tudo desde que fui criança, já fui completamente uma miúda muito mimada que só via a felicidade ao longo da sua estrada e que quase não precisava de nada para ser recordada e para ser bem reservada.

Já perdoei erros imperdoáveis, já recusei pessoas insubstituíveis, e já esqueci pessoas inesquecíveis. Acreditei que a amizade era para sempre que o amor era para toda a vida e já suportei bastante más companhias. Fiz coisas que se calhar não devia e não sabia, perdoei coisas imperdoáveis e realizei de tudo o que mais havia, desde agir por impulso, até a achar que estava a ter uma grande inimiga.

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Todavia, já magoei, já fui magoada e continuo a ser a mesma rapariga, que no fundo não mudou apenas cresceu, cresceu para a vida e para a fantasia, sou agora como uma libelinha, que significa algo de especial na minha vida como a renovação, o poder, o vento, a mudança, com a vontade de crescer, fortalecer e que vive com o pouco tempo que tem em prevalecer, simbolizando a luz as novas energias, a harmonia e a força.

Hoje é assim que me vejo como uma libelinha, com um espirito de uma criança, mas com uma maturidade de confiança. Não sou mais uma esperança eu cresci, amadureci e vivo com o poder e a força de quem aprendeu a viver, ir á luta e não esquecer de acreditar que tudo não passa de uma simples ilusão de quem soube viver pelas suas sombras na maior desilusão.

São poucas as pessoas que sabem enfrentar a vida, chega o momento de acreditar que a vida é nossa, somos nós que fazemos o nosso próprio caminho e que entendemos que não poderá haver melhor amor que ser um amor próprio. A maturidade é mesmo assim, permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade e querer cada vez mais com mais simbolismo e doçura.

Assim viver é lutar com determinação, viver com a paixão, perder a classe, ousar a ousadia, vencer os próprios obstáculos e atrever a acreditar que o mundo é para quem sabe permanecer nele e vive-lo é muito mais que ser insignificante.

“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima”.

Kim e Alison McMillen