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Vou-te dizer aquilo que nunca disse a ninguém"Amo-te"

Qualquer pessoa que viesse no teu lugar, não teria toda e qualquer declaração que eu quero mostrar, qualquer pessoa que tomasse o teu lugar não me faria cada vez mais lutar. Amo-te como nunca amei ninguém, amo com todas as forças do além para voltar a continuar ,e amo, mesmo sabendo que tudo um dia poderá ser apenas e só a mágoa que vou mostrar.

Não sei  realmente me declarar, nunca digo que amo se não  realmente me interessar e nunca falo de sentimentos se eles não querem lá chegar. O que vejo é que tu tens outro tipo de amar que eu não creio que isto me faça acreditar. Mas eu amo-te e nunca disse isto a ninguém, amo tudo que é verdadeiro e sincero, amo e não sei como amo, amo-te simplesmente, sem qualquer problema ou orgulho .  Amo-te assim porque não sei amar de outra maneira.

Eu só sei que amo um dia atrás do outro, e acho que este amor já não tem jeito, por mais que eu ache que por vezes mostres a tua pior frieza, e que me vejas muitas vezes como apenas mais uma faceta.  Mas eu amo, amo e não sei como negar, existe palavras que tento esconder, mas todas elas são descritas num só olhar. Amo porque sempre odiamos as mesmas coisas mas não paramos de lutar, amo mesmo que seja impossível acreditar, e  amo porque faço e acredito sempre naquilo que me faz interditar.

Uma vez ouvi que quando alguém diz ” eu te amo” , está a fazer uma promessa com o coração, e eu não digo que não, eu só quero nada mais que sentir o teu momento e a tua canção, e principalmente sentir alguém que me ame muito mais que eu amo a mim e me fortaleça a sua contenção , sem rodeios, sem medos, com e simplesmente com grande convicção.

“Eu te amo independente do amor . Eu te amo quando considerar errado amar. Eu te amo quando for proibido, quando me deixarem, quando você quiser e principalmente quando não quiser e precisar . Quem sabe você precise do meu amor tanto quanto eu preciso te amar.”

Tati Bernardi

 
 
 
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Amei-te quando era adolescente amo-te no presente

Meu amor não tenho palavras para descrever o que vivemos desde quando fomos dois adolescentes. Vivemos momentos inseparáveis, momentos que nunca esquecerei e momentos que ainda acreditarei. Adolescentes fomos nós, sem qualquer senso e sem qualquer cumprimento, vivemos sempre o momento com  vontade, na gratidão e tive sempre a ti para me dares sempre a tua aptidão.

Seguimos como uns miúdos que viveram do perdão e não fazíamos a mínima ideia do que era a vida sem qualquer união. Apenas eramos dois jovens que andávamos a descobrir o amor, nem sabíamos realmente o que era a dor, a dor de amor.
Tudo o que mais queríamos era sim, viver a vida no paraíso, sem qualquer preconceito, sem qualquer defeito, e sem qualquer compromisso.

Neste momento, vivemos o presente mais  do que simplesmente, achamos que este querer e desejo é cada vez mais ardente, mas nada é igual ao que era antigamente.
Perduramos por cada instante em cada segundo, cada ano e cada minuto, a lembrar o passado que ficou para trás e a fazer cada vez mais para a nossa relação sempre conservar. Nada é mais bonito que ver os anos a passar!
Mas nem tudo são rosas, nesta vida temos as nossas lutas, as nossas discussões e as nossas angústias. Somos nada mais,
nada menos, que dois vínculos que acreditam que o amor vale a pena durar.

Amo-te no presente e quando era adolescente, amo-te quente e frio, apaixonei-me hoje e sempre por alguém que altamente divergente, mas, que sabe além de ser bastante diferente, amar, beijar e proporcionar algo bastante coerente. É difícil dizer não, para alguém que tanto conhecemos e muito mais difícil é deixar alguém magoado alguém que já tinha sido nada mais que nosso passado.

Se este amor vai durar, eu não sei, só sei que o que interessa realmente é o presente, algo que agora sinto adurente, algo que me dê mais prazer, encante e me alimente.
A verdade, é que o passado já passou, interessa agora é mesmo tudo que é vigente, o amor que é vivido, apetecido e nada mais que aprazido, claro e expressivo.
A verdade, é que eu amei-te quando era adolescente, amo -te no presente.