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Não existem amores perfeitos

A verdade é que tudo que é bom acaba depressa, a verdade é que tudo que a gente quis, é sempre o que mais desespera, mas no fundo tudo tem um grande fim e ninguém é perfeitamente perfeito para  mim. Eu não sou perfeita, tenho os meus medos os meus anseios, e limito -me a dizer a todos que não existem amores perfeitos.

Se procura um amor realmente perfeito, esqueça esse amor não existe , nada é esmerado, nada é apurado, puro ou genuíno. Se alguém pensa que o amor é como as histórias de embalar, em que a cada passo que dá é simplesmente só amar! Engano o seu o amor é o despertar, sim é permanecer, mas, também é doer é saber perder é ir em frente sem estremecer e guiar-se até ao caminho do amadurecer. Porque nada nada é perfeito , nada é primoroso, se alguém conhecer o seu amor realmente perfeito, que  diga, eu terei todo o gosto de  conhecer!

Nada, nem ninguém é angelical, não é que faça o mal, mas não existe alguém tão genial, alguém  que seja correto, exacto, justo e integro,  não conheço! Podem até ser correctos numas situações, justos  noutras, integrais em alturas, honestos em opiniões, hábeis em momentos, mas, no fundo existirá sempre o imperfeito, o incorrecto, o falhado o frio, o incompleto e o defeituoso por dentro. Isto porque ninguém é perfeito em cada momento. Como não existe perfeição, o amor também não, e cabe a nós decidir e traçar o nosso próprio caminho que queremos dar.

Amores existem muitos, mas sempre existirão os amores omissos, malfeitos,  os frustrados, os indigesto, os inacabados, os incompletos,  os parciais, os aguados, os sujos os defectíveis e  os desprimordioso amores. Tudo isto, porque somos diferentes, inúmeros, dispares, discrepantes e contrários. Acabamos sempre por fazer, não o que o outro quer, mas o que nós queremos e a lutar um por todos, como a ambicionar o que melhor existe em nós.

Somos e sempre seremos diversos.  Os amores são dispersos, heterogéneos, quando estamos bem, muito mais rápido estamos mal e quando estamos mal rápido estamos bem. Somos seres humanos não todos iguais, vivemos a vida que temos de viver, perdemos o nosso amor e daqueles que nos ama, fazemos acreditar todos os dias num começo de um novo fim e morremos a saber o que nunca tivemos que aprender nesta vida.

“Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.”

Desconhecido

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Somos tão diferentes

Hoje em dia existem milhares de pessoas, todas elas de um planeta completamente diferente, com diferentes personalidades, diferentes pensamentos e com diferentes empatias. Umas mais introvertidas, outras mais extrovertidas, umas guiam-se pela lógica e outras pelos sentimentos. Existem pessoas com o seu próprio pensamento, e no meio de tanta divergência, existe algo bastante progressivo e bastante definido.

Aprendemos assim a lidar com os outros e com as suas diversidades, vivemos uma vida de limites e grandes dificuldades, mas, a minha pergunta é esta. como pode duas pessoas se amarem com tanta diferença e ao mesmo tempo com tanta avença? A verdade é esta, encontra-se tudo descrito no nosso coração, todo esse sentimento vem de alguma forma, que eu não consigo explicar, mas que todo o ser vive intensamente ate lá chegar.

Devemos sempre ter em mente que cada um é como é, que ninguém muda por ninguém e muito menos é igual a alguém. Somos todos diferentes e é por essa tal diferença que somos tão especiais na vida de alguém.

A vida não é uma competição, mas uma jornada, e cada passo dado, é só um caminho que deve ser saboreado. Mas será tão difícil ter um casamento que não seja tão complicado? Acredito que o casamento é mais um muro a ser arriscado, acredito que o trabalho é complicado, a vida é complicada e tudo que seja união é simplesmente mais uma complicação.  Somos exactamente aquilo que colhemos, somos seres bastantes diferentes que vivemos com receio, fomos todos criados por uma cultura, por vidas por atos e por missões diferentes, e é comum haver normalmente as brigas, os desentendimentos e ate decepções de uma forma bastante irreverente.

Com o tempo aprendemos a lidar com essas pessoas e tudo o que é diverso ou divergente. Aprendemos a ceder para o bem e a responder para o mal, a mudar sem intenção, a amar sem qualquer obrigação e principalmente a libertar sem qualquer diversão. Simplesmente aprendemos a mudar, mudar o nosso modo de ser e de estar, mudar porque a vida fez assim ficar, e mudar porque somos seres bastantes singulares.

Mudamos porque queremos mudar, mudamos e todos os anos devemos mudar, sem nunca magoar, é preciso saber ponderar, sobre os concelhos e comentários dos outros sem eles no poder influenciar, pois o sol e a chuva são exactamente a mesma, porém cada um se apercebe deles à sua maneira.

Sinto assim em dizer, que as pessoas são diferentes porque assim querem estar. Enquanto algumas perdem o valor de amar, outras ganham o seu valor para poderem explorar. Enquanto umas mudam para conseguirem o que querem, outras fazem o que querem, e enquanto outras mudam para fazerem a diferença outras fazem extremamente a diferença.

”Hoje eu acordei querendo coisas diferente de pessoas diferentes. Sinto-me bem, claro! Mais também sinto uma amargura que nada preenche. Talvez eu esteja leve, e com pesos fracos. Felicidades que cabem em uma caixinha de fosforo, e que eu guardo de lembrança. Hoje eu quero algo que mude meu sorriso, algo que me faça pensar diferente, mais pensando bem… mudar é a lei da vida, mudando ou não estarei bem, pois sempre tem uma felicidade de sobra em uma das caixinhas de fosforo que possuo.”

Grazyella Dias