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Os textos bonitos

Que se extinga a poesia sem sentido, que se apaguem os textos bonitos e subjectivos. Eu prefiro escrever um texto feio e objectivo e que exprima o que me vai na alma do que um texto com muitas palavras sem o mínimo de conteúdo. Mais vale um texto com poucas frases mas de qualidade.

Seguir em frente

Quanto a ti, só te tenho a agradecer, o sofrimento, o desprezo, a falta do merecido valor e o ódio que tens por mim.

Neste momento, por ti apenas sinto mágoa e raiva. A idealização que tinha de ti desapareceu no dia em que descobri o que fizeste.

Agradeço-te pela tristeza que me causaste, fazendo-me chorar todos os dias e matando-me por dentro, deixando-me no fundo de um poço que parece não ter fim. Agradeço-te os danos causados na minha alma.

Agradeço ainda a desilusão e a forma como me tirares os sonhos, pondo-me assim na dura realidade.

O primeiro amor nunca se esquece e a sua consequente desilusão também não. Por esse motivo custa-me falar de ti.

Apesar de tudo, contigo aprendi muitas coisas. Sim, também houveram coisas boas. Pena que as más tenham prevalecido. Talvez pelas nossas diferenças ou pela falta de respeito por elas. Não da minha parte, mas sim da tua.

Com certeza irei encontrar muitas outras pessoas pela frente mas tu marcaste-me para sempre. Fazes parte da minha história de vida. Digo isso porque é o que sinto, é o que penso. É o que escrevo.

No entanto, a vida segue adiante e não vale a pena continuar a olhar para um passado que não terá futuro.

Independentemente dos momentos vividos entre nós a vida continua e esses não passam disso mesmo. De meras recordações ninguém vive delas, portanto há-que seguir em frente. Esta é uma exigência fundamental que deveremos cumprir! Deixar o passado para trás e seguir em frente!

 

 

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Momentos a escrever

Escrever

Existem momentos e ouve um tempo que eu não sabia o que escrever, mas doa a quem doer o meu povo, as minhas histórias eu não posso esquecer.
Escrever é momentâneo, grafar dá ânimo e sinto um alívio a cada espanto. Vou ser sincera convosco e vou dizer-vos que não é o meu encanto, mas é quando o stress eu não quero tanto, eu quero a minha vida benéfica e com recanto.
Redigir é diário, escrever é noticiário é descrever a nossa vida e nossos sentidos momentâneos. Não passo a vida a me dirigir, mas passo a vida a imaginar e a tratar o que quero descrever. Estes dias foi para esquecer realmente o que me faz feliz, mas voltei sem nada a perder. Voltei para fazer das palavras, frases que todos adoram conhecer.
Voltei porque quero relembrar a memória, voltei para relembrar os meus amigos e aproxima-los do que eu sempre acreditei e falei no “sentimentos &Emoções.
Ainda não sou nenhuma escritora mas quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta e acabo com a derrota. Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, as minhas ideias, as minhas fantasias.

“Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida – umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana”.

Fernando Pessoa

 

Sinta-se nas nuvens e escreva algo que te vem á alma, algo que te escanta e algo que dê valor, imaginação e criação

Sinta-se realmente feliz!
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Escrevo o que sinto

Uma vez disseram-me para escreve, “escreve o que sentes só assim diminuis a tua febre de sentir” e aqui estou eu mais uma vez a escrever.
Rapariga de poucas palavras, com poucas atitudes, mas com muito saber, escrevo porque me faz bem, digo o que sinto, faz-me acreditar que existe em mim um grande ser percorrendo o meu instinto. Não, não eu não minto, apenas digo, apenas sucinto. Escrevo o que me vem na alma e o que mais me acalma, escrevo porque gosto, escrevo porque a vida ensinou-me a viver e assim terá de ser.
A escrita para mim é algo como um rio que desagua quente ou frio e que me dá a entender que é mais preciosa que eu mesma, que me dá um certo fastio. Medo, ai que medo que esta vida me dá e das coisas que poderão vir a ser. Eu sei que tenho de pensar, o positivo, mas é a única forma que eu sinto, e nada mais é o que pressinto, que uma vida cheia de vontades e gratidão. Mas cada vez que vejo a vida, esta ensina a dizer e escrever na escuridão.
No inicio escrevia apenas por escrever, ou porque me apetecia escrever, ou porque era a forma de me entreter o espírito que queria mostrar. Escrevia por impulso, escrevia por propulsão do meu consciente e entendi que escrever era um refúgio, uma única luz, ou um Vulcano sobre uma forja ardente e muito mais que trabalhar contente, é simplesmente a angústia, a dor, a certeza ou a liberdade que mostro a toda a gente.
Escrevo como um livro escreve uma história, escrevo porque digo tudo o que vem na alma, escrevo porque gosto de cantar quando estou só, escrevo porque ouço e escrevo para todos aqueles que gostem de me ouvir e para aqueles que me amam verdadeiramente como eu sou. Pois não existe razão melhor para escrever que um espirito de um ser para entreter e não existe melhor que escrever que um livro para ler.
Assim, escrevo o que sinto, não para ser escritor, ou muito menos jornalista, não saberei dizer se não para entender porque estou cá, porque vivo, porque amo ou mesmo porque sinto. Talvez escreva mesmo para perceber a natureza do homem e o que estou aqui a fazer, para que todos um dia percebam o que é bom dizer através das palavras o que um dia eu quis esclarecer, de uma forma sentimental, justa e verdadeira ou de algo que neste momento estou a viver.