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A revolta – o que posso eu fazer?

Hoje vou partilhar convosco um grito de revolta, em memória dos incêndios que assombraram Portugal em 2017, e a Grécia em 2018, assim como muitos outros incêndios por todo o mundo! Quem partilha desta minha revolta?

 

O que se está a passar neste planeta TERRA?

Planeta este que é tão meu, como teu, e de todos nós, plantas e animais, seres vivos e inanimados

Quanta desgraça nos assombra,

Quanta tristeza nos invade,

Quanta revolta nos atormenta,

Quanto amor nos falta!

 

E esta impotência de nada poder fazer,

Ver o mundo a enlouquecer,

E ficar sentado a assistir,

Tudo aquilo que nos rodeia a denegrir.

 

Não posso mudar o mundo! Não posso mudar o ser humano!

E quem pode, quem tem alguma influência, nada faz!

Viver meses e meses a assistir a todos os incêndios

Pessoas morreram, florestas desapareceram, casas arderam

Ligo a televisão e só vejo desgraça no mundo!

 

Quando é que o dinheiro vai deixar de ser o centro de tudo?

As pessoas são capazes de tudo pelo doce sabor do dinheiro!

Já chega!

O dinheiro não foi feito para ser amado!

 

O que falta neste planeta é amor!

E pessoas capazes de amar.

Gente que saiba respeitar a liberdade dos outros

Gente que faça a diferença pela positiva

Gente desprendida de ganância e preconceito

 

Tanta maldade no mundo! Tanta desgraça!

Quando e onde vai isto acabar?

O que irá acontecer ao nosso refúgio, o planeta terra?

Fomos tão afortunados com esta dádiva que é a VIDA

A beleza e a perfeição da natureza.

 

Porque teimamos em destruir o nosso LAR?

Porque não aprendemos com os erros do passado???

 

“Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”- George Santayana

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Os textos bonitos

Que se extinga a poesia sem sentido, que se apaguem os textos bonitos e subjectivos. Eu prefiro escrever um texto feio e objectivo e que exprima o que me vai na alma do que um texto com muitas palavras sem o mínimo de conteúdo. Mais vale um texto com poucas frases mas de qualidade.

Seguir em frente

Quanto a ti, só te tenho a agradecer, o sofrimento, o desprezo, a falta do merecido valor e o ódio que tens por mim.

Neste momento, por ti apenas sinto mágoa e raiva. A idealização que tinha de ti desapareceu no dia em que descobri o que fizeste.

Agradeço-te pela tristeza que me causaste, fazendo-me chorar todos os dias e matando-me por dentro, deixando-me no fundo de um poço que parece não ter fim. Agradeço-te os danos causados na minha alma.

Agradeço ainda a desilusão e a forma como me tirares os sonhos, pondo-me assim na dura realidade.

O primeiro amor nunca se esquece e a sua consequente desilusão também não. Por esse motivo custa-me falar de ti.

Apesar de tudo, contigo aprendi muitas coisas. Sim, também houveram coisas boas. Pena que as más tenham prevalecido. Talvez pelas nossas diferenças ou pela falta de respeito por elas. Não da minha parte, mas sim da tua.

Com certeza irei encontrar muitas outras pessoas pela frente mas tu marcaste-me para sempre. Fazes parte da minha história de vida. Digo isso porque é o que sinto, é o que penso. É o que escrevo.

No entanto, a vida segue adiante e não vale a pena continuar a olhar para um passado que não terá futuro.

Independentemente dos momentos vividos entre nós a vida continua e esses não passam disso mesmo. De meras recordações ninguém vive delas, portanto há-que seguir em frente. Esta é uma exigência fundamental que deveremos cumprir! Deixar o passado para trás e seguir em frente!

 

 

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É urgente viver!

A vida dá tantas voltas!
Nem sempre sei de onde venho
Quase nunca sei para onde vou
Mas de uma coisa tenho a certeza
Vivi sempre por inteiro!
Aproveitei cada segundo, cada hora, cada dia
Como se o mundo parasse
E aquele momento ficasse para sempre marcado em mim.
Conheci tanta gente…
Partilhei imensas aventuras
Participei em tantas conversas
E chorei por tantas mesquinhices.
Fui agarrando todas as oportunidades que foram surgindo
Nunca disse que não!
Experiências boas ou menos boas,
Tudo foi importante para construir a pessoa que sou agora.
Fiz algumas amizades pelo caminho
Essas são aquelas que ficam para a vida!
Um, dois, três… dez anos depois,
Encontro cada um desses amigos
O sentimento é sempre o mesmo,
Parece que apenas um dia passou.

No entanto tantas histórias para contar
Uma imensidão de novidades para colocar em dia
Tanto para relembrar
Sorrir, sentir, reviver
A partilha de cada gargalhada,
cada conquista, cada alegria
E também de todas as lágrimas que ficaram por contar.
A vida é mesmo assim.
Um recomeçar continuo,
Uma corrida que parece não ter meta,
Uma montanha cheia de altos e baixos,
Mas a certeza de que vale a pena chegar lá a cima
E ver tudo de uma outra perspetiva
Todos os desejos, anseios, receios
Parecem tão insignificantes!
O que realmente importa?
Hoje estamos vivos!
Amanhã quem sabe…
Aproveita sempre o HOJE
como o PRESENTE que é a VIDA!
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Natal, o que te aconteceu?

Rodrigo observava atentamente o grande relógio de parede da sala de estar, contando minuciosamente todos os segundos até ao esperado momento. Faltavam agora 15 minutos para a meia noite do dia 24 de Dezembro. A ansiedade deste rapaz de apenas 8 anos aumentava a cada minuto que passava. Será que vou finalmente receber aquele jogo de consola que todos os meus amigos falam? Eu gostava mesmo era de receber um tablet para finalmente jogar os meus jogos num ecrã maior.

Ao seu lado, sentada no sofá estava Maria, sua irmã, dois anos mais nova, que estava distraída a ver uns vídeos infantis no telemóvel da mãe. O primo Joel, de 14 anos, estava sentado no cadeirão e não largava o telemóvel, mandando mensagens e postando no facebook. Já a sua prima Luísa de 7 anos estava a brincar com o tablet dos pais.

Sentados à mesa estavam os seus pais que olhavam atentamente para os seus telemóveis, respondendo a mensagens de Natal e vendo as atualizações nas redes sociais. As mães e a avó já tinham levantado a mesa e estavam agora na cozinha arrumando toda a loiça do jantar.

O avô José estava sentado à cabeceira da mesa de jantar e analisava atentamente todo aquele cenário da véspera de Natal. Enquanto o fazia, recordava a sua infância e os seus Natais em família. Lembrou-se dos seus pais, irmãos e avós. Lembrou-se como passavam o tempo nessa altura em que não existiam telemóveis, computadores, nem sequer televisão. Nesse tempo as pessoas juntavam-se todas à mesa a conversar pela noite dentro, por vezes jogavam cartas e as crianças iam para a cozinha ajudar a preparar todos os petiscos de Natal ou então ficavam na sala a escutar as histórias que os avós contavam. E teve saudades, ai como teve saudades! O que aconteceu ao Natal? Pensou.

De repente a avó entrou na sala e disse em voz alta:

– Meninos, está quase a chegar à meia noite. Vamos lá fora ver se o Pai Natal já chegou?

Estranhamente nenhum dos miúdos a ouviu e isso ainda entristeceu mais José. Estava cada um em seu canto distraído com as novas tecnologias. Subitamente lembrou-se do fato de Pai Natal que tinha comprado no ano em que Joel tinha nascido.

– Já é meia noite, onde está o pai natal? – perguntou Rodrigo minutos mais tarde – Quero ver as minhas prendas.

A sua irmã e seus os primos levantaram-se rapidamente.

– Mãe, mãe, o pai natal já chegou? – questionou Luísa.

– Sim, já é meia noite. Vamos lá abrir os presentes. – pediu Joel.

O pai de Rodrigo e Maria dirigiu-se à porta da dispensa, onde tinham escondido os presentes. Ainda antes de ter tempo para abrir a porta, José entrou na sala vestido de Pai Natal. Neste momento todos se encontravam na sala e fixaram-no atentamente.

– Ho Ho Ho. Feliz Natal!

– Vôvô? – surpreendeu-se Luísa.

– Sim Luisinha. Este ano vamos fazer algo diferente. – decidiu José, mostrando um baralho de cartas e um grupo de fotografias a preto e branco que guardava dos seus tempos de infância e juventude.

– Mas e as prendas? – perguntou Maria.

– As prendas ficam para depois. – pegou no comando e desligou a televisão – Agora vamos ouvir umas músiquinhas de natal? – perguntou olhando para uma das suas filhas.

A mãe de Luísa e Joel pegou no tablet e colocou uma playlist de músicas de Natal a tocar.

– Assim está melhor. – comentou a avó exibindo um grande sorriso no rosto.

– Vamos lá pousar os telemóveis e sentar-nos junto à lareira. – sugeriu José, tomando a iniciativa ao sentar-se no cadeirão da sala.

Os adultos sentaram-se no sofá e, embora contrariadas, as crianças lá se sentaram no grande tapete junto à lareira. O avô começou a contar histórias da sua infância, enquanto mostrava as suas fotos, e a conversa foi animando. A avó e os pais também se juntaram e começaram a contar as suas histórias. Entre gargalhadas e diversão, o avô decidiu ensinar uns jogos de cartas às crianças, que não faziam ideia para que servia aquele baralho. E assim se passou um serão bastante animado, com todos a partilhar as suas histórias e mais tarde a contarem às crianças qual a verdadeira razão de existir Natal. Todos adoraram aquele momento em família, e sentiram-se mais próximos e felizes, de tal forma que as crianças se esqueceram dos presentes até a manhã seguinte.

Para muitos esta é a altura mais desejada do ano, principalmente para os mais pequenotes que anseiam pelos seus presentes. Mas o que representa afinal o Natal? É preciso ensinar às crianças a razão de existir Natal, e o que esta época representa. Somos todos os dias bombardeados por um consumismo gigantesco nesta altura do ano, que até NÓS nos esquecemos qual o sentido desta quadra natalícia.

Existem cada vez mais pessoas que não gostam do Natal, porque este foi completamente banalizado e neste momento é sinónimo de consumismo. Outros nem sequer são religiosos e festejam o Natal como bons consumistas que são, porque lhes oferece uma oportunidade de reunir a família e trocar presentes. Hoje desafio-te: diz não ao consumismo!

Na realidade não interessa se és crente ou não, o que realmente interessa é que saibas o que significa esta quadra natalícia. Significa paz, amor, perdão, alegria, família, amigos, prosperidade, humildade e felicidade, e também significa ter FÉ. Se não tiveres fé, ao menos dá valor ao resto e aprecia os poucos momentos que podes partilhar com a tua família. E aproveita bem esses momentos, não penses apenas no que vais oferecer ou no que queres receber.

“Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
Marcos 8:36

Aproveito para vos desejar a todos um FELIZ NATAL! Que sejam todos muito felizes na noite de Natal e em toda a vossa vida!

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Esperança de que um dia voltará!

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Aquilo que outrora foi e agora já não é
Fosse sempre aquilo com que sonhei
Aquilo que vivi e senti
Foram apenas desvaneios do meu ser
Pudesse eu alguma vez saber
O que o futuro me iria trazer
Soubesse eu um dia
O que agora deixei de viver
Fosse outrora esse sentimento
Sim, esse, aquele que trazia dentro de mim
Que mói cá dentro,
Que corrói sem deixar vestígios.
Tudo foi, tudo passou, nada ficou
Para onde foi?
Será que um dia voltará?
Eu choro, desespero, desvaneio
Anseio, desejo, ambiciono
Imagino, idealizo, visiono
Algo… talvez isso!
Aquilo que outrora foi e agora já não é
O ser que cá viveu e que talvez pereceu
Para onde foi?
Aonde o encontro?
Tanta falta me faz…
Esperança de que um dia voltará!

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Insurgência em mim

Tão urgente que não consigo acompanhar
Tão desordenado incapaz de me orientar
Tão descontrolado que abafo o meu querer
Tão vagarosamente que me sinto a perder

Há sempre outras coisas para fazer,
outras pessoas para ver,
e outros lugares para conhecer,
Há sempre outra vida para viver.

É imensa a vontade de partir
O desespero deixar de sentir
A angustia não saber se ficar
Inquietação do que há para amar

O tempo urge e nada a acontecer
Esta ânsia de algo que quer reviver
No fim só o desejo renascer.

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Terá o verdadeiro amor um final feliz!

Verdadeiro amor

Não sei o que é o verdadeiro amor, se não um final feliz, mas a verdade é que o que é verdadeiro nunca é feliz. Será que este amor é tão errado como toda a gente o diz? Mas é ele que nos cura as feridas do passado como sempre quis e que me faz lembrar do presente sempre que o diz.

O amor verdadeiro não é aquele que queremos sentir, mas aquele que nos faz entender, perceber o que realmente entendemos e o que faz realmente acontecer. O amor verdadeiro não é nada mais nada menos, que eu querer-te por inteiro, e ser tudo menos traiçoeiro, é viver sempre por inteiro o grande momento e a completar tudo sem qualquer medo muito menos receio. O amor verdadeiro não é nada, por acaso, nada é se não um atraso, tudo se transforma num simples abraço e desejo, como é aquele que permanece sempre, mesmo que este seja negado. Como será algo que terá de ser ultrapassado num caminho que acontece sempre algo alguma vez inesperado.

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“O que é verdadeiro é eterno” já diziam os nossos antepassados, o que é verdadeiro é para sempre, mas será que por ser tão verdadeiramente, tem final feliz? Não, para mim o amor não tem se não o perdão. Ambos temos de lutar, ambos temos de sonhar, ambos temos de ultrapassar obstáculos, e acreditar que este amor é para sempre pois eu acredito definitivamente que o amor verdadeiro cura arduamente as feridas, faz nada mais que maravilhas, mas também, faz qualquer vida muito desiludida, adormecida e sem qualquer arritmia.

A verdade é que esse amor, nem a morte faz esquecer, o que é verdadeiro ninguém tem sequer o poder de desaprender, nada o pode derrotar, mesmo que tentem fazer-nos alguma vez duvidar é mais forte que alguma vez alguém poderá imaginar. São sentimentos a percorrer que ninguém pode tirar, deixar ou largar, é verdadeiramente certo que esse amor não tem como imaginar, é simplesmente algo verdadeiro que não tem final feliz, pois o que é simplesmente verdade sempre volta, o que tem de ficar fica sempre, mas o que tem de finalizar nunca será permanente.

O verdadeiro segredo é sem duvida alguma perpetuidade, sermos o que somos e pensarmos no que queremos ter, guardarmos na nossa alma o caminho que queremos percorrer, e acreditar, acreditar que o amor não tem final feliz, custa a superar, custa a crer e a imaginar, mas a verdade é que ele existe e nada mais podemos um dia separar.

O amor verdadeiro é assim como estrelas do céu a brilhar, cheio de esperança numa noite de luar mas também é a trovoada inesperada, a dificuldade percorrida na estrada e a chuva que cai em alvorada porque

“o amor verdadeiro não se conjuga no passado, ou se ama para sempre ou nunca se amou verdadeiramente”.

M.Paglia

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Não mudei apenas cresci

Já fui muito ingénua ao ponto de acreditar em tudo que me diziam, já fui tudo desde que fui criança, já fui completamente uma miúda muito mimada que só via a felicidade ao longo da sua estrada e que quase não precisava de nada para ser recordada e para ser bem reservada.

Já perdoei erros imperdoáveis, já recusei pessoas insubstituíveis, e já esqueci pessoas inesquecíveis. Acreditei que a amizade era para sempre que o amor era para toda a vida e já suportei bastante más companhias. Fiz coisas que se calhar não devia e não sabia, perdoei coisas imperdoáveis e realizei de tudo o que mais havia, desde agir por impulso, até a achar que estava a ter uma grande inimiga.

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Todavia, já magoei, já fui magoada e continuo a ser a mesma rapariga, que no fundo não mudou apenas cresceu, cresceu para a vida e para a fantasia, sou agora como uma libelinha, que significa algo de especial na minha vida como a renovação, o poder, o vento, a mudança, com a vontade de crescer, fortalecer e que vive com o pouco tempo que tem em prevalecer, simbolizando a luz as novas energias, a harmonia e a força.

Hoje é assim que me vejo como uma libelinha, com um espirito de uma criança, mas com uma maturidade de confiança. Não sou mais uma esperança eu cresci, amadureci e vivo com o poder e a força de quem aprendeu a viver, ir á luta e não esquecer de acreditar que tudo não passa de uma simples ilusão de quem soube viver pelas suas sombras na maior desilusão.

São poucas as pessoas que sabem enfrentar a vida, chega o momento de acreditar que a vida é nossa, somos nós que fazemos o nosso próprio caminho e que entendemos que não poderá haver melhor amor que ser um amor próprio. A maturidade é mesmo assim, permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade e querer cada vez mais com mais simbolismo e doçura.

Assim viver é lutar com determinação, viver com a paixão, perder a classe, ousar a ousadia, vencer os próprios obstáculos e atrever a acreditar que o mundo é para quem sabe permanecer nele e vive-lo é muito mais que ser insignificante.

“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima”.

Kim e Alison McMillen

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Amei-te quando era adolescente amo-te no presente

Meu amor não tenho palavras para descrever o que vivemos desde quando fomos dois adolescentes. Vivemos momentos inseparáveis, momentos que nunca esquecerei e momentos que ainda acreditarei. Adolescentes fomos nós, sem qualquer senso e sem qualquer cumprimento, vivemos sempre o momento com  vontade, na gratidão e tive sempre a ti para me dares sempre a tua aptidão.

Seguimos como uns miúdos que viveram do perdão e não fazíamos a mínima ideia do que era a vida sem qualquer união. Apenas eramos dois jovens que andávamos a descobrir o amor, nem sabíamos realmente o que era a dor, a dor de amor.
Tudo o que mais queríamos era sim, viver a vida no paraíso, sem qualquer preconceito, sem qualquer defeito, e sem qualquer compromisso.

Neste momento, vivemos o presente mais  do que simplesmente, achamos que este querer e desejo é cada vez mais ardente, mas nada é igual ao que era antigamente.
Perduramos por cada instante em cada segundo, cada ano e cada minuto, a lembrar o passado que ficou para trás e a fazer cada vez mais para a nossa relação sempre conservar. Nada é mais bonito que ver os anos a passar!
Mas nem tudo são rosas, nesta vida temos as nossas lutas, as nossas discussões e as nossas angústias. Somos nada mais,
nada menos, que dois vínculos que acreditam que o amor vale a pena durar.

Amo-te no presente e quando era adolescente, amo-te quente e frio, apaixonei-me hoje e sempre por alguém que altamente divergente, mas, que sabe além de ser bastante diferente, amar, beijar e proporcionar algo bastante coerente. É difícil dizer não, para alguém que tanto conhecemos e muito mais difícil é deixar alguém magoado alguém que já tinha sido nada mais que nosso passado.

Se este amor vai durar, eu não sei, só sei que o que interessa realmente é o presente, algo que agora sinto adurente, algo que me dê mais prazer, encante e me alimente.
A verdade, é que o passado já passou, interessa agora é mesmo tudo que é vigente, o amor que é vivido, apetecido e nada mais que aprazido, claro e expressivo.
A verdade, é que eu amei-te quando era adolescente, amo -te no presente.