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Será que o amor existe mesmo?

Amor

Mais um ano que passou e a tua ausência contínua persistente e impiedosa em mim, estando diariamente presente como se a nossa história tivesse acabado há bem pouco tempo.

As lembranças dos nossos momentos e o teu belo rosto insistem em me aparecer a todo o instante, fazendo com que uma sensação encantadora de paz recaia sobre mim, e que se apazigua com aquela paz que só tu és capaz de trazer.

É impressionante a forma utilizada pela minha alma para se lembrar da tua. O meu pensamento associa a tua imagem a tudo o que existe de mais belo, puro e verdadeiro no coração das pessoas.

Nos gestos de caridade, nos exemplos de gratidão, nas demonstrações de fidelidade entre amigos, na esperança de alguém que luta por algum ideal, no sorriso verdadeiro de uma criança, em cada sonho realizado por alguém.

É claro que a lembrança da tua imagem me aparece fortemente em momentos que nem sempre presencio, mas que tenho a certeza que ocorrem entre duas pessoas apaixonadas e que envolve o nobre sentimento chamado AMOR.

Em cada demonstração de carinho entre pessoas que se amam, em cada beijo trocado, no silêncio de dois olhares, em cada verso escrito com intensidade, nos exemplos de pessoas apaixonadas depois de tantos anos juntos, em cada momento de paz experienciados por nós e em cada momento em que nos sentimos felizes e realizados.

É por isto tudo que é impossível não me lembrar de ti! És a única pessoa capaz de me trazer a sensação das coisas mais bonitas que estão no coração do ser humano.

Todos estes sentimentos que um dia existiram entre nós e que ocorreram de uma forma tão profunda e autêntica, e que infindavelmente farei questão de apreciar, pelo facto que todo o AMOR que houve entre nós foi vivido de forma plena.

Tu és o maior exemplo de que o AMOR existe, e de que ele é um sentimento extremamente poderoso! O maior de todos! Pois é ele que nos salva e é por ele que a vale a pena viver!

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O sentido da vida

Sentido para a vida

Eu procuro um sentido para vida e acabo por perceber que a vida não faz sentido é muito melhor sentir do que entender, que é muito melhor viver do que ver a vida a passar.

Então, no meu diálogo comigo mesma acabo por entender que não preciso de sentido para viver, que vivo mesmo sem querer, e que mesmo sem querer, descubro o quanto é bom viver.

Não falo apenas de viver por viver, nem quero estar apenas a respirar. Quero sentir o meu coração bater, e cheirar o perfume das flores.

Quero também que o meu coração bata de emoção e de adrenalina. Não preciso de respostas, nem de explicações, nem de fórmulas e nem de conselhos, apenas preciso de determinação e o resto descubro eu por mim.

Eu não necessito de dinheiro, nem de fama, nem de elogios, porque sei o que sou e isso basta.

Eu não preciso de um dia de sol, eu divirto-me com a chuva. Não quero saber de tudo porque o que me dá forças para isso tudo é a incerteza e, consequentemente a busca por essas respostas.

Não tenciono fazer planos ou traçar metas, porque nunca conseguiria entender o que realmente quero.

Não preciso de modelos, de inspirações e nem pretendo ser igual a ninguém, quero apenas ser eu mesma, viver meus sonhos, cometer meus erros e celebrar as minhas vitórias. Eu não preciso de falsidade nem de hipocrisia, quero somente a verdade pois desprezo a mentira.

Eu não necessito de muito para ser feliz, pois consegui encontrar a felicidade nas coisas mais simples, e consigo ter paz só de ver o teu e o sorriso dos outros.

Não quero mais encontrar um sentido para vida e não quero mais tentar entender o inexplicável. Não preciso mais disso, pois já encontrei mais de mil motivos para viver!