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Quem é você?

Sabe quem é? Sabe qual é o seu talento?

O ser humano passa a vida a seguir o exemplo de felicidade dos outros, e muitas das vezes não chega a conhecer-se. O melhor exemplo são as pessoas que não sabem estar sozinhas, precisam sempre de alguém ao seu lado, que as acompanhe e as ajude a serem o melhor delas próprias.

Hoje vou focar o meu pensamento para todos aqueles que não fazem a mais pequena ideia do que andam a fazer neste mundo, que não sabem quem são. Começo por deixar aqui alguns testemunhos:

“É óbvio que sei quem sou! Sou uma enfermeira bastante realizada profissionalmente, casada e com dois filhos, que são a minha razão de viver.”

“Eu sou engenheiro informático e trabalho numa empresa fantástica. Gosto de música rock e de estar com os meus amigos, não perco um festival de música.”

“Sou jornalista e trabalho para um jornal e uma rádio, mas já estou um pouco farta deste trabalho. O que eu gosto mesmo de fazer é de cozinhar. Estou a pensar abrir a minha própria empresa.”

“Sou fisioterapeuta, casado e tenho um filho. Sou muito feliz. Mas a minha paixão são as motos! O que me deixa mais feliz é sair de casa sem destino.”

“Sou educadora de infância, namoro há 8 anos e agora estamos a planear casar.”

É irritante não é? Ver pessoas tão bem resolvidas que têm tudo para serem felizes. Não sente inveja dessas pessoas? Não gostava de se sentir assim tão confiante?

Quando olha para os seus amigos, familiares ou conhecidos, e para aquilo que eles conquistaram, é inevitável não se sentir assim. Todos nós sentimos alguma inveja, com certeza eles mesmos têm inveja de si. Enquanto esta inveja for saudável, é boa, porque o ajuda a ser um pouco mais competitivo e acaba por se esforçar mais para poder chegar mais longe.

No entanto, nem tudo o que reluz é ouro. Já lhe passou pela cabeça que a enfermeira pode ter essa profissão como segunda escolha? Porque não conseguiu entrar no curso de medicina? E o engenheiro informático? Talvez esteja à espera do amor da sua vida, para casar e ter filhos, mas parece que esse dia nunca mais chega. Quanto à jornalista, ela parece estar decidida a mudar de vida, mas talvez o receio de falhar esteja a levar a melhor… E o fisioterapeuta? Tudo parece correr bem, mas será que ele tem tempo livre suficiente para se dedicar àquilo que lhe dá tanto prazer (as motos)? Já a educadora de infância, parece ter a história de amor perfeita, mas quem sabe se ela acabará por se separar do noivo por descobrir que ele a traía? Não seria a primeira vez que o noivo (ou noiva) trairia o parceiro, mesmo no dia do casamento.

Parece que apenas apontei aspetos negativos, mas a moral da história é mesmo esta: Todas as histórias têm duas ou mais versões, e cabe-lhe a si decidir qual a que têm maior importância na sua vida!

Não há pessoas nem vidas perfeitas! A perfeição está na forma como sabe ser feliz com quem tem ao seu lado e com aquilo que alcançou ao longo da vida. Por mais que queira, não pode SER TUDO, não é verdade? Tem de escolher um caminho e encontrar a sua forma de ser feliz. E isso passa por saber aquilo que gosta, rodear-se de pessoas interessantes que partilhem os seus gostos e sonhos.

Por isso, antes de se rebaixar ou sentir que não é capaz de ser feliz como é, olhe bem à sua volta, recorde os seus feitos e as suas conquistas. Não queira ser mais uma cópia foleira do que há por aí, queira sim ser uma peça rara e exclusiva. Lembre-se que as pessoas tendem a definir-se por aquilo que têm ou fazem, dificilmente sabem quem são. Permita-se a conhecer-se melhor e a traçar o seu próprio caminho.

“O grande segredo de uma vida bem-sucedida é descobrir qual é o seu destino, e então realizá-lo.” – Henry Ford

 

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A vida que eu escolhi

Porque faço sempre as escolhas erradas? Como é possível que nada do que eu escolho dê certo?

Planeei tudo ao mais ínfimo pormenor, e mesmo assim saiu tudo errado. Serei eu o problema?

Será que sou eu que sonho demais? Imagino coisas que não não se adequam à realidade? Planeio a minha vida com base em ideais que são meramente irrealistas?

Dado o azar que tenho, chego a preferir não escolher nada e deixar a vida acontecer.  

Já alguma vez se sentiu assim? Na verdade, deveria perguntar: quem nunca se sentiu assim?

Nem tudo na vida acontece como idealizamos. Criamos os nossos planos e temos as nossas expectativas, seja para o percurso da nossa vida ou para um dado momento em particular, e as coisas não correm como seria esperado. Por vezes isso não altera o rumo da nossa caminhada, mas existem problemas que nos destroem por completo, se nos entregarmos a eles.

No entanto, não deve deixar de sonhar e ambicionar por algo maior, seja na vida pessoal ou profissional. Como se costuma dizer: O que você não decide, outros vão decidir por si! Mas será isso que deseja para a sua vida? Que sejam os outros a decidir? Para não ter uma desilusão ou para que depois não se sinta culpado/a se as coisas derem para o torto?

ESCOLHAS

Faça as suas escolhas, e esteja preparado para enfrentar os eventuais problemas que possam surgir. Ainda assim, nem sempre estará preparado para os imprevistos, mas faça um esforço por enfrentar os problemas e resolvê-los da melhor forma possível.

Acredito que muitas vezes o que acontece é que pegamos na lupa e começamos a escrutinar de tal forma um problema que ele se torna gigante… e todos sabemos que existem problemas que são muito mais simples de resolver do que inicialmente achamos. Não seja tão duro/a consigo próprio/a! Seja exigente mas saiba perdoar-se por aquilo que não pode controlar.

O segredo de quem sabe viver a vida está em seguir em frente, e não em continuar a queixar-se do azar que lhe bate à porta. Por isso largue essa lupa, e olhe para o problema de todas as perspetivas para o tentar resolver. Lembre-se que é assim que os outros olham para os nossos problemas, e muitas vezes têm logo solução para eles. Porque não tentar?

“Tudo na vida nos conduz para onde devemos ir. Nem sempre é fácil vislumbrarmos o nosso destino a meio da viagem.” – Deborah Smith (no livro “O Café do Amor”)

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EVERYTHING (3)

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Vida para quem se atreve a viver

A vida, é para aquele que sabe realmente viver, a vida é para aqueles que sabem realmente crescer, e a vida é para aqueles que sabem supostamente permanecer. Nem tudo são rosas, umas vezes são apenas memórias, outras vezes são esperanças e outras vezes é nada mais que uma vida insana, mas cheia de lembranças.

Bem, a vida é mesmo para quem se atreve a viver e não para aqueles que não tem mais nada a fazer. A vida temos de a levar como ela é para vencer, vencer os medos, enfrentar os desafios e nada mais poderá nos deter.
A vida é ingrata eu sei! Muitas vezes chega a ser aquilo que não estamos há espera, mas outras vezes, chega aquilo que a gente desespera.

Cuidar dela, é a nossa maior missão, lutar por ela é o nosso caminho, sonhar com ela é o nosso destino, e cá o futuro é sempre o mais infinito. Vivemos porque somos obrigados a viver, crescemos porque somos determinados a crescer, sem dúvida algo nós teremos um rumo nela para aqui estar e permanecer.
Atreve-te a viver nela e verás o que de mais aqui vens a fazer! Todos temos um rumo e eu acredito que o sabor dele, só depende de quem o tempera, e viver para a vida é viver quem sabe realmente dançar à chuva. E quer saber o sentido dela? É nada mais que para a frente. Para a frente é o caminho, e como diz Stéfani Agostini “de cara e alma lavada seguia em frente sem esperar por nada.”

Poderão aparecer espinhos, poderão ate se cansar das deceções, mas saiba que tudo pode mudar nada é eterno, e nada pode durar, a vida é mais que imaginar.

A vida é mesmo feita para durar, e teremos muito caminho ainda para alcançar, teremos ainda muita histórias para empregar, sabemos que chorar nada nos fará adiantar, nada nos fará calar ou mesmo um dia acalmar. Por isso esqueça! Não tema a mudança, curta a paisagem da esperança, faça mais pelos outros e siga em frente.  Siga nada mais que a mente.  Viver é indispensável, é simplesmente uma coisa inevitável, é aproveitar o calor humano, é viver muito mais que para além do passado é orbitalmente viver o presente e cada vez mais o futuro.

A vida é assim, gosta de surpreender, gosta de melhorar, mas também gosta de aprender. A vida é simplesmente uma janela, e se tu não a abrires, permaneceras exactamente como ela.  Não interessa o que os outros dizem, és tu que tens de viver, és tu que tens de superar, mostrar o novo começo e acreditar, acreditar que um dia o sol de novo irá brilhar, e que tudo saberá que foi por uma grande anedota que tivemos um dia mais que contar. Vive a vida porque a vida é para quem sabe viver, vive a historia que um dia fez-te crescer e principalmente vive porque tens de viver.

“A vida fica muito mais simples quando começamos a olhar para frente e seguir um passo após o outro, e tudo que parecia impossível fica muito mais visível quando depositamos uma gota de fé no nosso futuro.”
Danúbia Alves dos Santos Cerqueira

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Um dia no SPA!

Alguma vez foi a um SPA? Ainda não? Então está na hora de experimentar!

A nossa vida pode ser tão atribulada e desgastante, que nos esquecemos de viver. Andamos sempre casa-trabalho e trabalho-casa, que acabamos por não ter tempo para o convívio e para a diversão. É muito importante que saibamos abrandar um pouco o ritmo alucinante da nossa vida, para podermos dar atenção àquilo que é realmente importante.

E foi isso que eu fiz! Comprei um voucher e fui até um SPA.

Durante o tempo de repouso, comecei a meditar sobre a minha vida e as pessoas que por ela passaram. Ri-me sozinha a pensar nas nossas aventuras… e a dada altura apercebi-me que o tempo passa depressa demais… Há quanto tempo não estava com estas pessoas? Foi então que decidi que não ia perder mais tempo e convidei uma amiga a visitar-me. Presentei-a com uma ida a um SPA.

Estas pequenas coisas são importantes na nossa vida. Devemos forçar-nos a estar com os nossos amigos, mesmo quando a vontade de ficar em casa seja do tamanho do mundo. Devemos sair, apanhar ar, trocar experiências ou simplesmente não fazer nada, mas acompanhado.

Hoje em dia há uma grande tendência para estarmos sempre com o telemóvel na mão, a verificar se recebemos uma mensagem, ou a conferir o “feed” de notícias da nossa rede social favorita. A tecnologia é viciante, essa é a verdade! Mas temos de cultivar mais as relações humanas, daquelas que só são possíveis graças àquele olhar, àquele toque, àquela gargalhada… não há “LOL” ou bonequinhos sorridentes que possam substituir presença da pessoa em carne e osso.

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Lembra-se daquele/a amigo/a com quem conversa muito pelo chat das redes sociais ou com quem fala muitas vezes ao telemóvel? Mas com quem não se encontra fisicamente há muito tempo? Pois, está na hora de mudar isso! Combinem um café, uma ida à praia, um passeio pelo campo, uma massagem num spa, uma ida às compras, ou uma ida ao futebol… sei lá, inventem!

Mesmo que ele/a esteja longe, compre uma viajem, vá visitá-lo/a, saia da rotina e passe um dia, ou mesmo um fim-de-semana diferente, na companhia dessa pessoa.

Lembre-se que se estiver sempre a recusar os convites dos seus amigos, um dia eles deixam de o/a convidar… nessa altura começa a sentir-se só e a achar que eles já não se importam consigo. E em parte isso é verdade, porque os seus amigos não têm de andar sempre atrás de si a suplicarem pela sua companhia… Se toda a gente pensar assim, seremos todos antissociais.

Por isso, telefone já aos seus amigos e planeiem algo diferente, saiam da rotina!

Depois passe por cá e partilhe connosco o vosso dia especial.

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Amei-te quando era adolescente amo-te no presente

Meu amor não tenho palavras para descrever o que vivemos desde quando fomos dois adolescentes. Vivemos momentos inseparáveis, momentos que nunca esquecerei e momentos que ainda acreditarei. Adolescentes fomos nós, sem qualquer senso e sem qualquer cumprimento, vivemos sempre o momento com  vontade, na gratidão e tive sempre a ti para me dares sempre a tua aptidão.

Seguimos como uns miúdos que viveram do perdão e não fazíamos a mínima ideia do que era a vida sem qualquer união. Apenas eramos dois jovens que andávamos a descobrir o amor, nem sabíamos realmente o que era a dor, a dor de amor.
Tudo o que mais queríamos era sim, viver a vida no paraíso, sem qualquer preconceito, sem qualquer defeito, e sem qualquer compromisso.

Neste momento, vivemos o presente mais  do que simplesmente, achamos que este querer e desejo é cada vez mais ardente, mas nada é igual ao que era antigamente.
Perduramos por cada instante em cada segundo, cada ano e cada minuto, a lembrar o passado que ficou para trás e a fazer cada vez mais para a nossa relação sempre conservar. Nada é mais bonito que ver os anos a passar!
Mas nem tudo são rosas, nesta vida temos as nossas lutas, as nossas discussões e as nossas angústias. Somos nada mais,
nada menos, que dois vínculos que acreditam que o amor vale a pena durar.

Amo-te no presente e quando era adolescente, amo-te quente e frio, apaixonei-me hoje e sempre por alguém que altamente divergente, mas, que sabe além de ser bastante diferente, amar, beijar e proporcionar algo bastante coerente. É difícil dizer não, para alguém que tanto conhecemos e muito mais difícil é deixar alguém magoado alguém que já tinha sido nada mais que nosso passado.

Se este amor vai durar, eu não sei, só sei que o que interessa realmente é o presente, algo que agora sinto adurente, algo que me dê mais prazer, encante e me alimente.
A verdade, é que o passado já passou, interessa agora é mesmo tudo que é vigente, o amor que é vivido, apetecido e nada mais que aprazido, claro e expressivo.
A verdade, é que eu amei-te quando era adolescente, amo -te no presente.

 

 

 

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Escrevo o que sinto

Uma vez disseram-me para escreve, “escreve o que sentes só assim diminuis a tua febre de sentir” e aqui estou eu mais uma vez a escrever.
Rapariga de poucas palavras, com poucas atitudes, mas com muito saber, escrevo porque me faz bem, digo o que sinto, faz-me acreditar que existe em mim um grande ser percorrendo o meu instinto. Não, não eu não minto, apenas digo, apenas sucinto. Escrevo o que me vem na alma e o que mais me acalma, escrevo porque gosto, escrevo porque a vida ensinou-me a viver e assim terá de ser.
A escrita para mim é algo como um rio que desagua quente ou frio e que me dá a entender que é mais preciosa que eu mesma, que me dá um certo fastio. Medo, ai que medo que esta vida me dá e das coisas que poderão vir a ser. Eu sei que tenho de pensar, o positivo, mas é a única forma que eu sinto, e nada mais é o que pressinto, que uma vida cheia de vontades e gratidão. Mas cada vez que vejo a vida, esta ensina a dizer e escrever na escuridão.
No inicio escrevia apenas por escrever, ou porque me apetecia escrever, ou porque era a forma de me entreter o espírito que queria mostrar. Escrevia por impulso, escrevia por propulsão do meu consciente e entendi que escrever era um refúgio, uma única luz, ou um Vulcano sobre uma forja ardente e muito mais que trabalhar contente, é simplesmente a angústia, a dor, a certeza ou a liberdade que mostro a toda a gente.
Escrevo como um livro escreve uma história, escrevo porque digo tudo o que vem na alma, escrevo porque gosto de cantar quando estou só, escrevo porque ouço e escrevo para todos aqueles que gostem de me ouvir e para aqueles que me amam verdadeiramente como eu sou. Pois não existe razão melhor para escrever que um espirito de um ser para entreter e não existe melhor que escrever que um livro para ler.
Assim, escrevo o que sinto, não para ser escritor, ou muito menos jornalista, não saberei dizer se não para entender porque estou cá, porque vivo, porque amo ou mesmo porque sinto. Talvez escreva mesmo para perceber a natureza do homem e o que estou aqui a fazer, para que todos um dia percebam o que é bom dizer através das palavras o que um dia eu quis esclarecer, de uma forma sentimental, justa e verdadeira ou de algo que neste momento estou a viver.

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Na esperança de um ano melhor

Mais um ano a chegar ao fim, finalmente uma pessoa abre os olhos, a sua mente e pensa, que objectivos irei eu seguir? Que planos irei eu ter? E que pessoa irei eu ser?
São tantos anos como tantos outros anos e o que realmente importa para as pessoas é que é novo ano, ano esse em que elas parecem felizes, trazem novidades, imaginam que irão acabar com os seus obstáculos e emergir novas oportunidades. Mas, na verdade tudo é igual, tudo não passa do destino da vida e de tudo que é casual.
Ai ano novo! Em que logo no primeiro dia do ano existe um momento, mágico único, os sentimentos se entrelaçam, os fogos de artifício se enunciam, as taças de champanhe se cruzam, os abraços calorosos se evidenciam e um novo momento e uma nova paz e amor se finalmente manifestam. Tudo parece bem, vivemos de repente pela esperança de um ano melhor e com o desejar que o ano ainda seja melhor que o anterior.
Não é estranho? Passar 365 dia à espera de um novo ano quando os meus objectivos é nada mais nada menos que os mesmos que eu lutei durante todos estes anos já passados? E 52 duas semanas na expectativa de fazer sempre melhor aguardando sempre o futuro? Para quê? Porque esperamos este tempo todo na esperança de nos acontecer algo melhor, como aquecer uma paixão ou conquistar um novo coração, ou procurar um novo emprego ou mesmo para parar de fumar? Para quê dar esperanças se eu mesma nem sei o que irá acontecer.
Ano novo é apenas mais um ano nada mais. Sempre acreditei que a “esperança é a única a morrer” e como dizem por aí “ano novo vida nova”e será isso verdade? Vamos começar um novo ciclo, uma nova história, ou será mesmo mais um ano e lutaremos sempre na esperança de um novo começo?
O que realmente e o que me mais importa é o passado que nos encerra e o futuro que começa.  Não quero me deitar no feno perfumado ou mesmo me deitar na neve deserta, quero um ano que cresça e me fortaleça e o meu passado seja a referência que me proteja, como a liberdade que me compareça.
Hoje, e o que mais importa não sou eu nem nunca serei eu a mesma de um tempo atrás, hoje sou ensinada pelo tempo e que o que ele me trás, e guardo em mim o que melhor a vida mostrará. Não desejo mais viver este novo ano em tempos mordidos, quero viver a vida e a lidar novamente com ela com as mesmas imperfeições, e quero aprender mais a ser mulher, a viver e a comunicar de uma forma mais directa o sabor da vida.
Se pudesse hoje, mudar algo seria sim o ano, com muita mais esperança e um pouco mais de realismo, mas o ano é como todos os outros, a vida é de seguir em frente, e é para quem tem esperança, quem está frequentemente ou simplesmente para quem a alimente.
Feliz Ano Novo!